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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A Nintendo alia-se à NAMCO BANDAI para lançar One Piece Unlimited Cruise Special na Europa

 
 
A Nintendo revela hoje que assinou um acordo com a NAMCO BANDAI para a distribuição de One Piece Unlimited Cruise Special na Europa. Nos termos deste acordo, a Nintendo será responsável pela comercialização, marketing e distribuição do jogo em territórios europeus, sendo que a NAMCO BANDAI permanecerá a editora. One Piece Unlimited Cruise Special chega a Portugal no próximo dia 10 de fevereiro, em exclusivo para a Nintendo 3DS.


One Piece Unlimited Cruise Special é um remake do clássico para a Wii, One Piece Unlimited Cruise Part 1: The Treasure Beneath The Waves, que traz para a Nintendo 3DS o famoso Monkey D. Luffy e os Straw-Hat Pirates. Baseado na popular série de manga e anime, este jogo de ação e aventura permite-te explorar quatro ilhas desconhecidas para combateres inimigos One Piece familiares em tempo real. Com mais de 50 horas de jogabilidade, novos modos a dominar, inimigos a combater, itens a reunir e ferramentas a criar, os fãs da série podem esperar horas de entretenimento enquanto tentam descobrir todos os mistérios da ilha!

Ao explorares as várias ilhas poderás alternar entre cada um dos nove Straw-Hat Pirates em quase qualquer altura, conforme a situação, para fazeres uso dos seus próprios comandos personalizáveis e ataques que terás a possibilidade de desbloquear à medida que avanças no jogo.

Uma novidade em One Piece Unlimited Cruise Special é o modo Marineford, que te permite assumir o papel de várias personagens numa série de batalhas de um contra um baseadas nos acontecimentos da história de Marineford já conhecida da manga e do anime. Joga na pele de algumas das tuas personagens preferidas e tenta dominar as jogadas e as habilidades de cada uma!

Assume o controlo dos Straw-Hat Pirates e explora o mundo de One Piece quando One Piece Unlimited Cruise Special chegar a Portugal, já no próximo dia 10 de fevereiro, com um boneco exclusivo da personagem Portgas D.Ace!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Modos de câmera serão uma das novidades de Metal Gear Solid: Snake Eater 3D


Conforme publicou o site siliconera, a versão de Metal Gear Solid: Snake Eater para o Nintendo 3DS terá novas adições. Além das já conhecidas fotocamuflagens para a vestimenta de Snake através da câmera e do uso de inclinações do portátil para atravessar pontes suspensas, duas opções de câmera serão novidades no jogo do comedor de cobras.

Os modos de câmera disponíveis serão um em primeira pessoa, ao estilo FPS, que já havia no jogo original para disparar em modo zoom, mas dessa vez será permitido caminhar assim. O segundo tipo de câmera será por trás do ombro de Snake. Esses modos podem ser interessantes, principalmente se utilizarem bem o efeito 3D do portátil.

Além disso, será possível andar agachado, recurso que não estava disponível no jogo original. Metal Gear Solid: Snake Eater 3D será lançado no Japão em 8 de março de 2012, enquanto para o ocidente a previsão é que seja durante o primeiro quadrimestre.

Comer cobras em 3D? Só o Snake mesmo...

Tekken 3D Prime Edition recebe data


Tekken 3D Prime Editionganhou data e chegará às lojas no dia 17 de Fevereiro.

Num comunicado à imprensa, aNintendo revelou que será responsável pelas vendas, markting e distribuição na Europa do beat 'em up exclusivo da Nintendo 3DS.

Tekken 3D Prime Edition irá conter um leque de personagens que ultrapassa as 40 e uma mistura de cenários novos e antigos reformulados de propósito para esta edição.

À semelhança do que aconteceu com Tekken Hybrid, Tekken 3D também irá trazer o Tekken Blood Vengence, o filme em CGI que faz a ponte entre os acontecimentos do Tekken 5 eTekken 6.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Museu do Louvre vai comprar 5 mil unidades do 3DS


Um dos maiores museus do mundo, o Louvre, localizado na França, encomendou 5 mil unidades do Nintendo 3DS. Não, funcionários e visitantes não jogarão Mario Kart. Os portáteis serão utilizados para proporcionar aos visitantes um mapa 3D interativo e um guia de áudio que irá orientá-los pelas inúmeras galerias do museu.

Em posse de um 3DS, o visitante poderá escolher itinerários temáticos, e ainda ouvir comentários em sete línguas. O programa de navegação foi desenvolvido pela própria Nintendo, com conteúdo providenciado pelo museu, famoso por abrigar obras como a "Mona Lisa" de Leonardo da Vinci.

A intenção do museu, com a compra dos portáteis, é aposentar os velhos guias em áudio, que hoje são usados por apenas 4% dos visitantes. Aplicativos para iPad e iPhone também estão sendo desenvolvidos para ajudar aqueles que visitarem o Louvre.

Os aparelhos estarão em uso em março de 2012, e Agnes Alfandari, chefe de multimídia do museu, faz questão de ressaltar que o Louvre é o primeiro museu do mundo a tomar uma iniciativa como esta.


Kingdom Hearts 3D: novo trailer e data de lançamento


A Square Enix apresentou algumas novidades relativas aKingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance para a Nintendo 3DS no seu mais recente trailer.

Embora esteja na língua japonesa - o que certamente para muitos impossibilita a compreensão dos excertos relacionados com a estória - será possível verificar a presença da totalidade dos protagonistas deThe World Ends With You, interessante título para a DS, e de universos da Disney como o do Corcunda de Notre Dame, de Tron, dos Três Mosqueteirosou de Pinóquio. 

No que diz respeito às sequências de gameplay, destaque para a utilização do painel inferior para a execução de alguns ataques especiais e para a utilização da funcionalidade de realidade aumentada. 

EDIT: Podem ver o trailer legendado em inglês (obrigado ZLGNF)

Verifiquem em baixo:


Dream Drop Distance tem lançamento marcado para o próximo mês de Março no país do sol nascente, enquanto que o Ocidente ainda terá de aguardar por uma data definitiva. 

Ansiosos pela chegada de Kingdom Hearts à Nintendo 3DS? Partilhem a vossa opinião na zona de comentários abaixo.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Nintendo irá lançar Kid Icarus para o 3DS em março


Um dos jogos mais esperados para o portátil 3DS da Nintendo já tem data de lançamento. 'Kid Icarus: Uprising' sai em 23 de Março nos EUA, e para a Europa, a empresa prometeu que o game chega às lojas no mesmo mês, sem data específica.

Nesta semana a Nintendo também adiantou várias novidades para o primeiro semestre de 2012. Além de ‘Kid Icarus’, serão lançados ‘Resident Evil: Revelations’ (Europa em 27 de janeiro e EUA em 7 de fevereiro) para o 3DS; ‘Mario Party 9’ e ‘Rhythm Heaven Fever’ saem para o quase-falecido Wii.

'Metal Gear Solid: Snake Eater 3D', ‘Rayman Origins’ e 'Rhythm Thief & the Emperor's Treasure' também estão prometidos para o começo do ano, mas ainda sem data exata. 'Pro Evolution Soccer 2012' chega às lojas em janeiro, 'Tekken 3D Prime Edition' e 'Mario & Sonic at the London 2012 Olympic Games' em fevereiro, tudo isso para o 3DS.

Além disso, a loja virtual 3DS eShop também recebe no começo do ano adições de peso no catálogo, como o cult retrô 'VVVVVV' e 'Mighty Switch Force', além de dois novos títulos produzidos pela empresa 'Sakura Samurai: Art of the Sword' e 'Dillon's Rolling Western'.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Sobre Nintendo 3DS

Jogos em 3D 
como sempre sonhamos

Enfim, o Nintendo 3DS chega ao ocidente com lançamento oficial nos Estados Unidos, América Latina e, principalmente, o Brasil. O mais novo portátil da Nintendo traz, além de toda qualidade de seus irmãos mais velhos, uma série de recursos que definitivamente ditarão o futuro dos games (não só os portáteis). E como se não bastasse, pela primeira vez a Nintendo está lançando um console totalmente em português do Brasil, com embalagem, manuais e o menu de opções totalmente traduzido para o nosso idioma.

Quer saber mais detalhes? Então continue lendo nossa análise que traz um teste completo que fizemos com o novo Nintendo 3DS.

Recursos do aparelho

Se compararmos o Nintendo 3DS com seus antecessores olhando apenas o design do console, não encontraremos grandes diferenças - o que já é um bom sinal, uma vez que a família DS sempre foi um sucesso na estética e nas funcionalidades. Ainda assim, o 3DS conseguiu a façanha de reunir todos os pontos positivos dos portáteis anteriores ao mesmo tempo em que trouxe novidades consistentes no seu hardware.

Se deixarmos de lado o principal recurso do aparelho (o efeito 3D, que você confere logo abaixo), sem dúvida alguma a maior novidade no 3DS é a adição do direcional analógico (chamado de Circle Pad). Com ele, os jogos feitos em 3D (no que diz respeito ao visual do jogo, com polígonos tridimensionais) ganham uma jogabilidade muito mais robusta e amigável.

Além dos botões tradicionais de ação, do direcional digital e de recursos que consagraram os últimos portáteis da Nintendo (como o microfone e as câmeras frontais e traseira), o aparelho também traz um botão exclusivo do recurso wireless, facilitando o acesso a conexão online do aparelho sem a necessidade de acessar o menu principal.

O 3DS também traz três LEDs indicadores para distintas funções do portátil. O principal deles indica o estado da bateria do aparelho, que agora pode ser carregada tanto com a fonte comum (idêntica ao DSi e DSiXL) quanto com o Charging Cradle (uma base semelhante a do irmão Wii que serve para apoiar o 3DS na mesa).

O segundo LED indica uma série de notificações distintas que o aparelho recebe através de seu recurso wireless, como por exemplo as atualizações do hardware e dos jogos, além de indicações de amigos que estão online e até mesmo indicações do StreetPass, um recurso que recebe automaticamente informações de outros jogadores que estão próximos de você e que possivelmente podem jogar partidas de games para múltiplos jogadores.

Por fim, o terceiro LED fica aceso sempre que o recurso 3D está ativado (através de um botão slider ao lado da tela superior).


O poder do efeito 3D

Desde o seu primeiro anúncio de lançamento, o novo portátil da Nintendo teve como principal destaque a possibilidade de jogar games com a experiência visual do 3D. A grande diferença do portátil quando comparado com, por exemplo, os atuais televisores 3D, é a ausência total de óculos especiais para se visualizar as imagens tridimensionais. Em outras palavras, basta ativarmos o recurso no portátil para que todas as imagens exibidas na tela superior (a única com o recurso 3D) apareçam com uma perspectiva 3D.

Em nossos primeiros testes com o portátil, ficou claro que o recurso só funciona com precisão caso você esteja vendo a tela exatamente na sua frente e posicionada a um ângulo correto. Isso significa que quem estiver ao seu lado não só terá dificuldades para ver as imagens em 3D, como também verá tudo de forma desfocada. Sem dúvida alguma este tipo de tecnologia ainda evoluirá muito, mas certamente já podemos considerar o portátil da Nintendo um pioneiro no que se diz respeito a portáteis de jogos com o recurso 3D.

Vale lembrar também que o recurso 3D só funciona com os jogos lançados para o 3DS, ou seja, qualquer outro game de DS que você utilizar no portátil será exibido no tradicional 2D.

Outro destaque do recurso em 3D é a possibilidade de se tirar fotos com o portátil usando o novo recurso tridimensional. Para isso, o 3DS conta não apenas com uma, mas duas câmeras traseiras para as tirar suas fotos e exibí-las em 3D no próprio portátil (ou em 2D caso você as visualize em outro aparelho ou computador).

Realidade aumentada

Outro recurso pouco divulgado mas que sem dúvida tem tudo para garantir um sucesso é a opção AR Games (jogos em realidade aumentada). Junto com o portátil, há também um kit com seis cartas colecionáveis que são usadas com a câmera do 3DS para exibir na tela uma série de recursos adicionais, como personagens animados ou jogos interativos.

Uma destas cartas (com o símbolo de interrogação clássico dos jogos do Mario Bros) é usado inicialmente para abrir um menu de opções do AR Games. Nele, há minigames como tiro ao alvo, brincadeiras com os Miis e até mesmo um recurso para tirar foto com um personagem famoso da Nintendo em 3D.

Você também pode, por exemplo, desenhar algo na tela de toque e usar o recurso de realidade aumentada para tirar fotos de uma paisagem usando o seu desenho ou seu próprio Mii. Definitivamente esta opção ainte tem muito potencial a ser explorado. Em um futuro próximo certamente veremos novas cartas colecionáveis e vários games com cartas especiais no seu pacote.

Softwares adicionais

Assim como os portáteis anteriores da família DS, o 3DS possui um menu principal de opções que serve não só para ajustar as configurações do aparelho e dos games, mas também para acessar uma série de aplicativos adicionais, aumentando ainda mais os recursos do aparelho.

Deixando de lado as opções que já comentamos (como o recurso de fotos 3D e os AR Games) o 3DS já traz instalado em seu sistema o software Nintendo 3DS Sound que, em linhas gerais, traz as mesmas opções do DSi e DSiXL, permitindo que você grave sons com o microfone (ajustando-os como achar mais interessante) e até mesmo escute suas músicas favoritas (em formados como MP3 ou AAC).

O aparelho também traz o software Face Raiders, que nada mais é do que um game interativo que mistura o efeito 3D do portátil com o recurso de realidade aumentada. O objetivo principal é acertar a sua face ou a de seus amigos, todos flutuando na tela, com a imagem capturada das câmeras traseiras.

Há também a opção MiiMaker, que é uma versão portátil do criador de Miis do Nintendo Wii. Seus recursos são, por incrível que pareça, mais completos que do próprio console de mesa. Um exemplo disso é a opção de tirar sua foto e automaticamente transformar seu rosto em um Mii virtual.

Outra opção interessante é o ActivityLog, que assim como no Wii, traz todo seu histórico de jogador, exibindo os últimos games que você jogou, tempo de partida e outras informações. Esta opção também informa quantos passos você deu com o seu 3DS no bolso, servindo até mesmo como um “Personal Trainer”.

Por fim, o 3DS também traz o Nintendo eShop, que dá acesso a loja virtual do portátil. Diferentemente da DSiWare, a nova loja traz, além das opções de download de jogos exclusivos para o portátil, um catálogo especial com clássicos dos primeiros portáteis da Nintendo: o Game Boy e o Game Boy Color. Uma pena os games de Game Boy Advance ainda não estarem disponíveis na loja virtual. Torcemos para que isso ocorra no futuro.

Pequenos (porém grandiosos) recursos

O 3DS também traz outros recursos de fábrica que sem dúvida merecem nossa atenção. Além da opção Download Play (presente nos outros portáteis da família DS) - que serve para fazer o download instantâneo de uma demo de um game ou de uma versão multiplayer de um jogo que utilize apenas um cartucho) -, o 3DS traz o chamado GameNotes. Com ele, até dezesseis páginas de notas rápidas podem ser adicionadas e salvas no portátil, podendo ser exibidas como fotos. De cara, este parece ser um recurso semelhante ao PictoChat dos outros portáteis, porém vale lembrar que o 3DS traz a opção de sair de um game e acessar o menu do portátil sem a necessidade de reiniciar o jogo - e isso quer dizer que você pode usar o GameNotes justamente para adicionar informações rápidas de um game que estiver jogando naquele momento.

Outro recurso interessante é o FriendList, por onde você pode criar seu cartão de jogador e trocá-lo com seus amigos via rede local ou online. Com isso, os FriendCodes dos games de 3DS deixam de existir, uma vez que assim como no Wii, o FriendCode é único, por portátil.


Catálogo Robusto

O Nintendo 3DS, assim como seus irmãos mais velhos, utiliza como mídia de jogo o cartucho semelhante a cartões de memória. Junto com o lançamento do console, cerca de 16 títulos exclusivos também foram lançados. Entre os lançamentos da própria Nintendo que testamos, games como Steel Diver, Pilotwings Resort e Nintendogs+Cats se mostraram visualmente excelentes, ainda mais ao serem utilizados com o recurso 3D de visualização.

No entanto, nem de longe que estes games mostram todo o poder de fogo do novo portátil, já que o catálogo de games em desenvolvimento inclui versões portáteis de games como The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Metal Gear Solid 3, dentre vários outros. Vale lembrar que o portátil também traz retrocompatibilidade para todos os games da família DS. Porém, em nossos testes, infelizmente não tivemos uma experiência muito satisfatória.

Pelo fato de as duas telas terem o dobro da resolução gráfica, os games dos portáteis anteriores infelizmente ficam com um aspecto levemente embaçado. A tela superior, por ser maior que a inferior, pode exibir os clássicos games de duas formas distintas: ou adicionando duas tarjas laterais pretas, que deixam a tela superior do mesmo tamanho que a inferior, ou diminuindo o tamanho de ambas as telas, exibindo a imagem dos games em uma resolução melhor.

A certeza que fica é: se você nunca teve um portátil da família DS, o 3DS pode muito bem ser usado para jogar os games clássicos. Mas tenha certeza de que jogar os games dos portáteis anteriores em seus respectivos aparelhos é uma experiência muito mais atraente.

Em resumo, o Nintendo 3DS se prova um sucessor perfeito entre os portáteis da Nintendo. Sem dúvida alguma ele ditará uma nova tendência no que diz respeito a recursos e a opções, mas também tem tudo para atrair jogadores que acompanham a história da Big N desde os seus primórdios como os jovens jogadores que estão se aventurando pela primeira vez.

Ficha Técnica




Melhores jogos para Nintendo 3DS lançados em 2011

Este será o primeiro natal do 3DS, novo portátil da Nintendo. Lançado em março, o sistema possui inúmeros recursos, não só de jogabilidade, que incluem giroscópio, conexão wi-fi, touchscreen e duas câmeras, além do óbvio efeito 3D estereoscópico sem precisar de óculos. O grande problema do seu lançamento foi o que mais um novo console precisa: jogos. Poucos títulos disponíveis, poucos títulos de peso e ainda menos jogos originais fizeram com que as vendas fossem abaixo do esperado.

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Hoje, isso mudou. 7 meses depois, o 3DS sofreu uma grande queda de preço – que também vale para o Brasil – e já possui vários títulos de peso, entre casuais e hardcore, entre originais e remakes, para agradar a todos e ser jogado em qualquer lugar. Abaixo você encontra os melhores jogos do portátil lançados em 2011, separados por gênero:

Plataforma:

Super Mario 3D Land, o único título do gênero no portátil até agora, é totalmente indispensável para a sua coleção. Mario retorna com uma homenagem a Super Mario Bros. 3, misturando elementos da plataforma 2D do NES com a 3D de Mario 64 e Mario Galaxy. Muitos novos power-ups e novos usos para itens antigos – como a famosa Tanooki Suit – se encontram neste jogo que traz jogos de câmera que usam o efeito 3D como poucos jogos do mercado.

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Ação / aventura:

Cave Story 3D também é um remake, mas muito mais radical. Misturando plataforma e tiro, o jogo coloca um garoto sem memória numa rede de cavernas habitada por uma raça de coelhos em perigo. Este clássico moderno entre os games independentes saiu do 2D retrô para um completo e detalhado 3D poligonal, com novas texturas e muita profundidade nos cenários, como aconteceu com Donkey Kong Coutry Returns.


The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D é a edição definitiva de um jogo que definiu o seu gênero. Considerado por muitos o melhor jogo de todos os tempos, Ocarina ficou ainda melhor, com uma total revisão gráfica, acesso ao inventário simplificado – graças à touch screen, é possível até trocar as infames botas de aço com um toque –, uso do giroscópio para mirar intuitivamente e até a Master Quest, versão alternativa que muda o layout de todos os dungeons e espelha todo o jogo.  

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Corrida:

Ridge Racer 3D pode até ser considerado “mais do mesmo”, mas a sensação de velocidade e as impossíveis curvas em derrapagem que a série da Namco criou são capazes de viciar o maior dos fãs de simuladores. A inteligência artificial do jogo pode ser frustrante às vezes, mas há muitas pistas e muitos carros para descobrir. O jogo oferece diversos modos para o single e o multiplayer.


Mario Kart 7 é a mais nova versão da obrigatória série de corrida, que oferece muitos novos itens, novas pistas (e antigas, remodeladas) e a possibilidade de customizar seu kart com diferentes peças e dois novos recursos: asas para planar de grandes saltos e uma hélice traseira para correr temporariamente embaixo d’água. Além disso, o jogo terá comunidades online para organizar disputas com seus amigos, envios diários dos melhores tempos de cada pista e muito mais.

Luta:

Super Street Fighter IV 3D Edition é uma excelente versão do enorme sucesso dos consoles em alta definição, modificado com poucas perdas para o portátil. O título não acompanhou as recentes atualizações, mas se mantém excelente com seus próprios méritos, que inclui atalhos para os golpes, que podem ser montados na touch-screen. Com uma visão alternativa angulada que amplia o efeito 3D e várias novidades para o multiplayer fecham o pacote, apesar dos cenários estáticos.


Dead or Alive Dimensions, apesar do apelo da concorrência acima, provavelmente é mais digno da sua compra. O título, original, foi criado exclusivamente para o portátil e utiliza todos os seus recursos. A jogabilidade de movimentação livre baseada em contra-ataques da série foi reproduzida com maestria aqui, neste jogo que reúne praticamente todos os cenários e personagens já vistos nos games anteriores e ainda abre espaço para uma homenagem aMetroid. Gráficos belíssimos, muitos modos de jogo, online inteligente e DLCs gratuitos

DOA-Dimensions

Tiro / combate aéreo:

Star Fox 64 3D , um dos títulos mais queridos do Nintendo 64, e o melhor da série, é a prova de que Star Fox já possui uma fórmula de sucesso, e que ela deve ser explorada o quanto antes em uma nova sequência. A revolução visual desta edição 3D traz muitas novas cores e detalhes para este universo. O jogo traz a opção de controle de movimento, que transforma seu 3DS no manche da Arwing do Fox, para uma nova experiência. A rota para os múltiplos caminhos está mais clara, e o multiplayer (local) traz novos cenários e permite que você veja em tempo real a reação dos seus amigos na tela, graças à câmera interna.


FONTE DA NOTICIA

15/12/2011 14h58 - Atualizado em 15/12/2011....

 14h58 Jogos de GameBoy Advance para Embaixadores do 3DS chegam em 16 de Dezembro na Europa e Japão, veja a lista


A Nintendo da Europa e a do Japão anunciaram hoje os dez jogos de GameBoy Advanceque os Embaixadores do Nintendo 3DS terão direito a baixar gratuitamente a partir do dia 16 de dezembro. A Nintendo da América não se manifestou ainda, mas esperamos um comunicado semelhante em breve.

The Legend of Zelda: The Minish Cap (Foto: Divulgação)

Os jogadores que já tinham à sua disposição dez jogos do Nintendo 8 Bits, terão agora a chance de baixar uma lista, mais interessante do que originalmente se pensava, de títulos clássicos do GameBoy Advance. Alguns deles já haviam sido mencionados antes, mas outros foram uma completa surpresa.

Os títulos escolhidos foram: Mario Kart: Super Circuit, The Legend of Zelda: The Minish Cap, Yoshi’s : Super Mario Advance 3, Mario vs. Donkey Kong, Metroid Fusion, Kirby & The Amazing Mirror, Wario Land 4, WarioWare Inc., F-Zero Maximum Velocity e Fire Emblem: The Sacred Stones.

A lista, assim como a data de disponibilidade, é idêntica tanto para a Europa quanto para o Japão. Isso nos faz imaginar que a Nintendo da América deverá confirmá-la também para os Estados Unidos em breve, cumprindo assim sua promessa de que os jogos estariam disponíveis ainda em 2011.

Embaixadores do Nintendo 3DS são jogadores que compraram o portátil antes do corte de preço em 12 de agosto. Para saber se você faz parte deste grupo, basta checar neste link. Caso você seja um Embaixador, mas até hoje não tenha sido identificado como tal, entre em contato com a Nintendo, informando o número de série do seu portátil.

Os Três Mosqueteiros, animação da Disney, é um dos mundos de Kindom Hearts 3D

A mais recente edição da revista japonesa V-Jump revelou mais um mundo da Disney presente em Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, para o Nintendo 3DS. O novo cenário é totalmente baseado no filme de animação Os Três Mosqueteiros, de 2004, estrelado por Mickey, Pateta e Donald. Como visto pela imagem divulgada na revista, o visual é bastante fiel ao do filme.
 
O novo mundo de Kingdom Hearts 3D (Foto: Reprodução)

A publicação também confirmou a participação de personagens adicionais na aventura. O herói Neku, convidado do game The World Ends With You, não vai ser o único a vir de seu universo para este Kingdom Hearts. Herois como Joshua e Beat também estarão presentes, mas não se sabe de que forma vão participar da história.

Kingdom Hearts é uma série que foi lançada originalmente no PlayStation 2 e conta com uma proposta bem diferente do que estamos acostumados. Aqui, personagens da Disney e da produtora Square Enix (de Final Fantasy e Dragon Quest) se encontram em um RPG de ação com proporções épicas.

Normalmente, os games da série são compostos por visitas em diversos mundos retirados de filmes clássicos e modernos daDisney, como Pinóquio, A Branca de Neve,Tron e até Piratas do Caribe. Atualmente, a saga já conta com dois capítulos principais e três spin-offs, sendo Kingdom Hearts 3D o quarto deles.

Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance chega no segundo semestre de 2012, exclusivamente no Nintendo 3DS.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Shinobi


Os tempos dos Ninjas já foram e já voltaram por várias vezes e ainda antes dos "Narutos" terem invadido o mundo, já os Ninjastinham sido vistos como uma força a respeitar.

Um dos ninjas que fez parte do passado dos jogadores dos anos 90 foi Shinobi, ou mais precisamente Joe Musashi, a personagem principal de uma das séries de culto da Sega, que assaltou as consolas da marca com jogos que ficaram para sempre na memória Retro de cada um.

Infelizmente, após a era das 16 Bits, Shinobi começou a cair no esquecimento e nem com o regresso nas 128 Bits conseguiu voltar ao estrelato que foi seu durante anos. O mundo tridimensional não foi nada simpático para com a saga, por isso mesmo, Shinobi regressa agora no estilo das plataformas em 2D com Shinobi para a Nintendo 3DS.


Neste novo Shinobi jogam como o pai de Joe Musashi, Jiro Musashi, que procura vingar a destruição da sua aldeia após um ataque de uma vaga de Ninjas. Por incrível e estranho que pareça, a história vai levar Jiro a ir do passado até ao futuro em busca dos culpados pelo ataque.

Sendo que Shinobi vai buscar inspirações aos anos dourados da série, o sistema de jogo é bem-parecido com que havia na Mega Drive, ou seja, podem contar com um jogo de plataformas e acção à moda antiga, com muitos saltos, utilização da espada e o atirar de Shuriken. Mas existem algumas alterações e novidades dignas de nota.


Em Shinobi vão poder realizar saltos duplos e atirar uma chuva de Kunais à moda antiga, usar a espada com um botão e dispararKunais em frente. Além disto, este Musashi consegue derrapar pelo chão, usar um gancho para trepar para algumas plataformas e percorrer cordas. Este novoShinobi está cheio de habilidades e artimanhas, e nem deixou passar as habilidades especiais dos jogos anteriores que permite que ataquem com mais força, lancem raios na direcção dos inimigos, entre outros.

Tudo o que fazem em Shinobi dá-vos pontos que contam para o ranking. Cada vez que acertam num inimigo ou levam dano, a pontuação sobe ou desce, e caso sejam muito bons, vão conseguir juntar multiplicadores que melhoram as vossas pontuações.


Mas a questão de ser muito bom em Shinobi é meramente irónica, pois este novo jogo foi feito numa mistura entre a dificuldade de um Ninja Gaiden à moda antiga e a impiedade de Dark Souls.
A verdade é que isto não seria algo de mau, se Shinobi não fosse tão impreciso e injusto. Em qualquer lugar vão ter um inimigo que usa um Shuriken que vos atira a um precipício, plataformas que caem sem aviso, zonas cheias de picos que precisam de muita habilidade para serem ultrapassadas, etc.
O mais curioso de tudo isto é que nem é preciso chegar ao fim do jogo para encontrar desafios complicados, pois eles surgem logo nos primeiros cenários.

Na realidade eu não consegui jogar Shinobi em Normal sequer, juro que tentei, mas ter menos de meia dúzia de vidas para um nível que nunca mais acaba e que nos atira para o início cada vez que perdemos todas as vidas não é leal, é injusto, por isso ao fim de algumas tentativas lá passei eu para o Beginner.


Eu lembro-me bem dos jogos do passado em que isto acontecia, mas os cenários não eram tão longos e extensos, o que ainda nos dava alguma hipótese.

Mesmo que não bastasse ser um jogo altamente difícil, Shinobi é ainda afectado por alguns problemas de câmara, que nem sempre nos mostra para onde temos de ir de seguida, ou o perigo mais imediato. As plataformas também não são amigáveis, pois a personagem é tão rápida que por vezes acertar numa plataforma minúscula acaba por falhar, mesmo que joguem muito bem.

Shinobi é uma viagem completa por cenários bem distintos e personagens totalmente diferentes, mas ao contrário da maioria dos jogos, o visual começa em alta e acaba por ir perdendo a qualidade à medida que avançam. Um exemplo disso são os primeiros cenários passados no Japão antigo, cheios de luz e pormenores bonitos.


Chegando a meio do jogo, vão notar que tudo ficou claramente mais negro e mais tecnológico, o que acaba por prejudicar o resultado final e dar a perceber a repetitividade que assola cada um dos cenários e os inimigos que são sempre os mesmos, com a excepção dos Bosses que estão muito bem no seu papel, sejam eles humanos, ou um tanque numa auto-estrada...
De resto, vão poder assistir a algumas cinemáticas geniais desenhadas e passear por um menu alusivo à invasão da aldeia bastante impressionante.
Quanto ao 3D, podem liga-lo desde que joguem no mínimo, mas ao contrário da maior parte dos jogos da Nintendo 3DS, o 3D de Shinobi não dá um brilho extra ao jogo, mesmo depois daSega ter feito isso mesmo em Sonic Generations.


A música de Shinobi também não é nada de impressionante, especialmente numa era em que a música "ao estilo" Ninja faz-se ouvir com melhor qualidade em Naruto, 

mas também não é nada má, o que acaba por se repetir são os efeitos sonoros, que também são bastante genéricos, especialmente nos soldados, além disso, ouvir carros a derrapar e explodir por várias vezes com o mesmo som também não é do melhor que existe.
A ausência de vozes também se faz notar, mas não é algo de mau e só acabaria por piorar este departamento.

Por fim, Shinobi acaba por não ser um jogo muito comprido, mas está carregado de extras para aqueles que se quiserem dedicar um pouco mais, como o Dojo onde podem treinar, Achievements para realizar e ainda jogar livremente em Free Play, porém, caso queiram dominar o jogo na sua dificuldade mais elevada (algo de loucos) então vão ter aqui muito para vos entreter.


Não pensem que estas críticas fazem de Shinobi um mau jogo, este é um desafio para os jogadores com nervos de aço, mas acaba por ser demasiado duro para todos os outros, pois ao contrário de um jogo comoDark Souls, Shinobi está mais preocupado em matar-vos, do que vos fazer aprender uma lição, e se nesse caso Dark Souls dá-vos uma espada e pede para que matem um dragão, emShinobi pedem que o matem com uma faca enquanto equilibram um ovo com a ponta do nariz, ou seja, vão estar demasiado ocupados com o ovo, do que a perceber como se faz.

Dual Pen Sports


A Nintendo foi até hoje exímia nas suas apostas em mini-jogos de desporto no que toca àNintendo Wii, porém, aNintendo 3DS ainda não tinha recebido na sua plataforma algo mais do que Pilotwings Resort, e mesmo esse, não era um jogo de desporto ao nível daNintendo Wii.

Foi a pensar nisso que a BanDai avançou agora para uma nova aposta dentro deste género, nada mais nada menos do que Dual Pen Sports, um jogo que simula alguns desportos, mas com o uso do ecrã táctil e de dois Stylus que vêm incluídos na caixa de jogo.
Apenas resta saber. Será Dual Pen Sports capaz de colmatar o espaço de um Sports da Nintendo na Nintendo 3DS?

O grande atractivo de Dual Pen Sports é exatcamente a sua utilização inédita de dois Stylus, os quais são usados para simular dois estilos diferentes de acções, porém, não sendo o ecrã da consola capaz de suportar dual-touch, a utilização dos estiletes acaba por ser meramente opcional em grande parte dos casos. Porém, ao fim de uns minutos de jogo, percebe-se que a utilização dos dois estiletes até que nem foi nada mal implementada.


Como já foi dito, Dual Pen Sports faz lembrar em muito umWii Sports, como tal, quando iniciam o jogo vão poder criar a vossa personagem, sendo ela masculina ou feminina, e podem ainda escolher qual é o estilo de roupa, olhos, cabelo e outros pontos que pretendem alterar.
Os bonecos que podem criar fazem lembrar bastante as personagens simples mas engraçadas criadas para Final Fantasy The 4 Warriors of Light da Nintendo DS, por isso, não contem com grande pormenor, embora sejam mais agradáveis à vista que um Mii.

Dentro de Dual Pen Sports vão encontrar uma série de desafios para realizar, que estão englobados em vários menus, o principal, TDPS: Select Sport é onde vão encontrar os jogos de desporto e onde podem fazer uma “carreira”; o Today’s Challenge, que oferece um desafio diário ao género de um mini-jogo, o Local Wireless para jogar com outras pessoas, e ainda o Tap Exercises, onde podem realizar 3 estilos de mini-jogos que testam os vossos reflexos e timing.


Voltando então ao centro deDual Pen Sports, o modo Select Sport, dentro deste vão encontrar vários desportos onde podem competir. No total são sete desportos, existindo: Baseball; Boxing(Boxe); Football; Archery(arco e flecha); Basketball;Skiing (Ski) e Paragliding(Paraquedismo).

Em cada um dos sete desportos vão encontra dois estilos de jogo, o modo Ranking, no qual vão ter de competir contra as pontuações realizadas pelos bonecos da consola e o modoScoreMatch, onde existem desafios que tentam bater para adquirir a melhor pontuação. Normalmente, o ScoreMatch não é mais do que o modo Ranking onde os cenários são aproveitados para mini-jogos baseados nos mesmos controlos.

A nível de jogabilidade, os desportos de Dual Pen Sports tiram partido dos dois Stylus incluídos, e embora não seja obrigatório jogar com os dois, a realidade é que dá mesmo mais jeito e não funciona mal de todo, normalmente, o funcionamento de cada jogo requer que usem o Stylus direito e esquerdo para realizar tarefas diferentes, por exemplo, no Baskett, o Stylus esquerdo agarra a bola e o direito permite saltar e dar força ao lançamento, já no futebol, o direito faz com que a personagem ganhe balanço e com o direito remate com o efeito desejado.


O sistema de dois estiletes, como já disse, não é de todo obrigatório e conseguia ver-me a jogar Dual Pen Sportsfacilmente sem eles, mas é um sistema funcional e que nunca me fez pensar se o D-Pad ou analógico não seriam melhores. É curioso como nunca ninguém tinha pensado neste sistema tão simples até agora e espero que de futuro mais jogos possam adoptar este sistema.

De forma a manter-vos interessados, Dual Pen Sportsusa um sistema de Athli, o qual vai acumulando pontos consoante a vossa prestação. Quanto mais acumularem, mais objectos podem ganhar para personalizar a vossa personagem e mais adversários fortes começam a surgir.

Apesar de ser um jogo que aposta muito mais na sua jogabilidade do que na apresentação, Dual Pen Sports está longe de ser um jogo feio. Os gráficos à la Wii Sports não estão nada maus e os avatares do jogo são bastante interessantes e bem sólidos, assim como os cenários, que cumprem bem os objectivos. Não é um trabalho exímio ou digno de um blockbuster, mas já se viu pior em jogos do género. Por fim, o 3D também não está nada mal, sendo até uma mais-valia para o visual, sofrendo apenas com o facto de terem de jogar com a consola em cima de uma superfície de forma a usar os dois Stylus.


Em relação ao som, não existe nada aqui que seja memorável, mas também acaba por não ser irritante, um ponto positivo vai também para os sons produzidos nos vários desportos que estão bem perto do que se ouve na vida real, o que mostra algum cuidado na elaboração dos sons por parte da equipa de produção.

É sem dúvida surpreendente ver um jogo composto de mini-jogos que vai além da média. EmboraDual Pen Sports sofra um pouco pelo facto de ser necessário uma superfície para pousar a consola, algo que nega o conceito de portabilidade, tudo acaba por funcionar bem e compensa a ausência da Nintendo no que toca a este género na Nintendo 3DS, embora não chegue à qualidade, por exemplo, de Wii Sports Resort.

Se gostam de mini-jogos e estão à procura de um para aNintendo 3DS com uma qualidade acima da média, Dual Pen Sports é uma hipótese a ter em conta, pois embora não faça nada de especial e totalmente inovador (mesmo com a presença dos dois Stylus), consegue ser uma experiência muito mais sólida do que é costume neste género.


Ben 10 Galactic Racing diverte apenas o público infantil




Nome: Ben 10 Galactic Racing 
Gênero: Corrida
Distribuidora: Namco Bandai - Distribuído no Brasil pela NC Games
Plataformas: PS3, Xbox 360, Wii, 3DS e DS

Um dos desenhos mais famosos da atualidade ganha uma versão no melhor estiloMario Kart. Ben 10 Galactic Racing coloca os jogadores em corridas em diversos planetas pelo universo a fora, confira: 

Na sombra de um grande sucesso 

Não é de hoje que a industria investe no público infantil desenvolvendo jogos baseados em desenhos e séries de sucesso. Ben 10 é um dos desenhos mais populares da atualidade, portanto nada mais justo que embarcar na onda de um grande sucesso e conquistar os pequenos gamers. Entretanto, essa experiência pode ser um pouco traumática, afinal, são pouquíssimos os games que carregam um capricho e um cuidado maior com a produção. 

Bem 10 Galactic Racing é um grande exemplo dessa teoria. A falta de capricho e cuidado com o game é visível e incomoda demais. Mas para a faixa etária cujo titulo pretende atingir, isso passa de forma despercebida, afinal, ainda são muito pequenos para entender tudo isso.

Ben 10 Galactic Racing (Foto: Divulgação)

Estilo Mario Kart e sem modos online 

O jogo embarca na onda que começou anos e anos trás com Mario Kart, e atualmente inspirou dezenas de títulos, entre eles o mais recente Cars 2. O intuito do jogo é o mesmo em todos, colocar os principais personagens de uma determinada série em karts personalizados em meio a pistas inusitadas, repletas de itens que podem ser utilizadas para atacar seus oponentes ou para se defender.

Ben 10 Galactic Racing (Foto: Divulgação)

Com Ben 10 Galactic Racing, os personagens do desenho assumem o volante. Apesar de uma boa variedade, apenas Ben 10 é carismático o suficiente, tornado-se quase uma unanimidade entre os jogadores. Os cenários também são todos baseados no desenho, com referencias a diversos episódios. 
Os modos de jogo também são bem similares aos demais títulos. Ben 10 GRconta com 5 tipos de modalidades

- Galatic Grand Prix – Um torneio simples com 3 corridas em sequencia, onde vence quem tiver a maior pontuação.
- Short Circuit – Corrida curtas em que o jogador escolhe quantidade de voltas, pilotos, cenários, etc.
- Single Race - Corrida simples
- Time Trial – Modo onde o jogador deve fazer o menor tempo em um determinado circuito.
- Showdown – Modo arena

A grande decepção fica no fato do game não conter qualquer modo online, nem mesmo uma integração para atualizações ou outras opções através da PSN ou Xbox Live. A única opção de multiplayer é local para até 4 jogadores em tela dividida.

Ben 10 Galactic Racing (Foto: Divulgação)

Jogabilidade decepcionante

Não é de se esperar muito de uma jogabilidade de um game infantil de corrida, mas mesmo assim, esforços poderiam ser aplicados em Ben 10 Galactic Racing . A movimentação do kart é muito lenta, a ponto de causar um certo incomodo aos jogadores. 

O sistema de boost também copia os últimos jogos do mesmo estilo, necessitando efetuar o movimento de derrapagem, conhecido como Drift. Porém, o movimento é um tanto complexo para ser executado o tempo todo, ainda mais se tratando de crianças. 

Já a dirigibilidade, mostra-se eficaz nos movimentos mais simples, necessários para contornar uma curva ou desviar de um item arremessado por um oponente. Ainda sobre os itens, a variedade de armas utilizadas no jogo merece elogios pelo seu vasto repertorio, que vão desde tiros teleguiados, até mágicas que diminuem os adversários.

Ben 10 Galactic Racing (Foto: Divulgação)

Visual ultrapassado

Os gráficos decepcionam por beirarem a simplicidades. Os cenários são pouco detalhados e muito repetitivos, os personagens sem muita expressão e outros elementos, como efeitos de sombra e luz, são praticamente ignorados no jogo.

O ambiente das corridas também mostra-se um tanto comum, pois boa parte das corridas utilizam um cenário fixo mas com traçados diferentes, alguns mais curtos e outros mais longos. Como dito no começo do texto, apenas os mais jovens não percebem essa falta de cuidado com a parte visual do jogo.

Dificuldade assusta 

Durante todo o texto, fizemos questão de frisar que Ben 10 Galactic Racing é um jogo voltado ao publico infantil. Porém, parece que a Namco esqueceu desse pequeno detalhe na hora de elaborar a dificuldade do game.
Além de ser difícil demais, sendo praticamente impossível chegar em primeiro lugar logo no começo do jogo, o game só conta com dois níveis de dificuldade: Easy e Hard. Se você é pai, prepare-se para a tarefa árdua de treinar seu filho para as dificuldades impostas porBen 10 e companhia.

Conclusão 

Ben 10 Galactic Racing é mais uma tentativa frustrada de lançar um jogo baseado em uma série de sucesso. O jogo conta com gráficos ruins jogabilidade ineficaz e sem modalidades online que só agradam aos pequenos gamers, com menos de 12 anos. A idéia até poderia dar certo, uma vez que o gênero de corrida com karts é divertido e entretém o publico infantil, mas a dificuldade elevadíssima torna-se uma espécie de bicho-papão.